Foi constatado que em Portugal a percentagem de analfabetismo era extremamente elevada, mais recentemente foi efectuado um estudo para tentar perceber o porque de os jovens não terminarem o ensino obrigatório, ou seja o 9º ano.
Após os estudos foi implementado o ensino obrigatório até ao 12º ano, foi lançado o programa novas oportunidades e foi facilitado o acesso ao ensino superior, tendo também, havido a inovação chamada processo Bolonha.
O que aqui ficou por apurar nestes estudos foi o que levou a todo este nível cultural e educacional baixo. O governo, para além da reestruturação do ensino, respondeu com facilitação de acesso á Internet, onde se conseguiu que 5% da população fosse aderente e inovou com a emissão televisiva que de gratuita ou de uma pequena percentagem incluída na factura da electricidade, se começasse a pagar um verdadeiro balurdio por uma montanha de canais sem interesse algum.
Acho tudo isto bastante engraçado dado o nível cultural baixo ou o analfabetismo da população. Como é que estas pessoas vão saber o que é a Internet? para que querem canais estrangeiros?
A questão aqui é que no estudo ficou esquecido a falta de possibilidade economica da população para custear os estudos, que por sinal são pseudo-gratuitos. Ups é verdade, por momentos esqueci-me da medida do governo no combate à precariedade económica, existem sempre os mais que muitos call-centers espalhados pelo pais e claro está que para esse tipo de trabalho extremamente dificil, os portugueses terão que ter um elevado graú académico, até porque soa muito melhor quando alguem nos liga ou até mesmo quqando nós ligamos para uma linha de apoio, ouvirmos que fala o sr(a) Dr. ou Mestre, assim já vem justificar a medida do governo não so na educação mas também no aumento de custo de vida, isto assim fica tudo entre drs.
Obviamente que as novas oportunidades são a melhor aposta para os que não querem e não gostam de estudar, mas é preciso lembrar que acima de tudo o que a população num geral precisa é poder fazer face às suas despesas diárias e ao sustento das suas famílias e isso é algo que mais uma vez ficou na pasta do esquecimento.
Mas Portugal mesmo assim é um pais com uma população super inteligente dado que tem conseguido sobreviver ao longo dos anos mesmo sem estudos e sem recursos económicos.
domingo, 4 de outubro de 2009
Economia Portuguesa com certeza
Há uns anos a esta parte comentei, num tom de expert, a situação económica deste nosso belo Portugal. Comentei que tudo se iria resumir a algo bastante simples. Referi que a diferença entre ricos e pobres iria aumentar de forma abismal, que apenas iriam permanecer duas camadas sociais, os extremamente ricos e os extremamente pobres e que a única solução seria deixar a riqueza estagnar, ou seja o pobre que já nada tinha não ira sentir a diferença já o rico que estava habituado a receber certinho todos os dias os seus ganhos vai sentir a falta desse ganho diário ao ponto que desta vez nem com os seus conhecidos métodos de coerção irão ter sucesso, simplesmente porque não ira haver de todo nada a colectar.
Faz 2 anos que tive este comentário, eu que nada percebo do assunto tive a certeza que o velho ditado que diz que tudo é demais faz mal, é um dos mais certos que conheço.
Pois é está à vista de quem quiser ver, os pobres lá se vão tentando orientar de forma a sobreviver, algo ao qual já estão mais que habituados e agora temos a novidade de os ricos se encontrarem a afogar nas suas riquezas, sim porque o mais desfavorecido economicamente também já não está muito disposto a aturar as vontades e caprichos de quem acha que tudo pode comprar e por isso mesmo cada vez mais há empregos estupidamente mal pagos à disposição por tempo indeterminado.
Desta vez alguém terá que abrir os cordoes à bolsa ou então será o descalabro total, e é preciso que seja lembrado que os pobres já não se vendem por pouco, é a inflação fazer o quê? se alguém quer algo feito por tuta e meia é bom que acima de tudo esteja disposto a fazelo por si mesmo porque um pobre também sabe fazer contas e se aquilo que lhe é proposto ganhar não der para pagar as despesas que tem no seu dia a dia, o pobre prefere ficar em casa e esperar por algo mais gratificante, sim porque ser pobre não é sinonimo de pessoa que trabalha só por gosto o pobre se trabalha é porque precisa.
Faz 2 anos que tive este comentário, eu que nada percebo do assunto tive a certeza que o velho ditado que diz que tudo é demais faz mal, é um dos mais certos que conheço.
Pois é está à vista de quem quiser ver, os pobres lá se vão tentando orientar de forma a sobreviver, algo ao qual já estão mais que habituados e agora temos a novidade de os ricos se encontrarem a afogar nas suas riquezas, sim porque o mais desfavorecido economicamente também já não está muito disposto a aturar as vontades e caprichos de quem acha que tudo pode comprar e por isso mesmo cada vez mais há empregos estupidamente mal pagos à disposição por tempo indeterminado.
Desta vez alguém terá que abrir os cordoes à bolsa ou então será o descalabro total, e é preciso que seja lembrado que os pobres já não se vendem por pouco, é a inflação fazer o quê? se alguém quer algo feito por tuta e meia é bom que acima de tudo esteja disposto a fazelo por si mesmo porque um pobre também sabe fazer contas e se aquilo que lhe é proposto ganhar não der para pagar as despesas que tem no seu dia a dia, o pobre prefere ficar em casa e esperar por algo mais gratificante, sim porque ser pobre não é sinonimo de pessoa que trabalha só por gosto o pobre se trabalha é porque precisa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

