Tenho por habito observar o que se passa em meu redor e tenho uma certa predilecção em observar as pessoas, as suas atitudes mas também tenho o habito de me analisar.
Interrogo-me se realmente vivemos num país, numa sociedade, numa democracia.
A questão é simples, tal como é sabido Portugal encontra-se em crise (dizem eles) e eu pergunto-me qual crise?
No meu dia a dia assisto a situações que me dizem, precisamente, que o nosso país não se encontra em crise, aliás, está bastante rico.
Nos centros de emprego há sempre filas intermináveis de pessoas, com pastinhas, que supostamente se encontram à procura de emprego mas, também assisto a muitas outras pessoas a recusarem ofertas de emprego.
Já nos serviços sociais é um pouco diferente as filas são maiores, mas só para os serviços de assistência social.
Viva os subsídios, desde o rendimento de inserção social a subsídios de desemprego. Aqui gostaria de explicar melhor este tipo de "ajudas sociais", em relação aos vários subsídios de desemprego as pessoas descontaram para a segurança social e durante o seu período de vingencia ficam obrigadas à apresentação obrigatória periódica (assim como fazem com os condenados a termo de residência e identidade só que em vez de ser num posto de forças de segurança é noutro local) o que acho muito bem dado que há muito boa gente, extremamente honesta, a trabalhar e a receber o subsidio, só é pena que essa gente continue a fazer o mesmo, mesmo apesar das apresentações obrigatórias, e agora vem o maravilhoso rendimento de inserção social mais conhecido por rendimento mínimo:
Este é uma forma que foi encontrada de dar dinheiro a pessoas, que preferencialmente nunca tenham descontado, pessoas que gostam e lhes é dada a possibilidade de viver sem fazer nada, é uma forma que visa o sedentarismo e a nulidade pessoal, onde podem, nas entrevistas, usar do mais simples modo de mentir ou enganar e por isso mesmo o rendimento mínimo é exclusivo, não para quem precisa mas sim, para oportunistas. Aqui há de tudo, desde mães que para além de ser corrente o facto de desconhecerem o pai dos filhos (algo muito estranho dado que até as meninas que de aluguer se derem à luz sabem quem é o pai do filho) a mães que apesar da jovem idade conseguem reunir mais que uma equipe de futebol em descendencia (isto so mesmo se fosse uma experiência cientifica e mesmo assim estas mães teriam que ter um corpo um tanto sub-humano para aguentar).
Agora vem a parte em que as pessoas deixaram de ter contratos de trabalho que as proteja. Quer dizer, é ridículo pensar em fazer avançar a economia de um pais, quando a população desse pais está sem forma de rendimento, não há poder de compra que lhe resista, mas quem sabe em 2010 não haja prai um aumento brutal de 1,5% nos vencimentos dos poucos que trabalham, assim já seria mais fácil fazer frente ao aumento de 2% que o custo de vida irá levar. Obviamente isto são contas de quem não sabe contar.
E viva o call center, trabalho extremamente mal pago mas de alta rentabilidade para as empresas, mas a malta não se pode queixar de nada afinal de contas tem um ambiente jovem e dinâmico não esquecendo a pro actividade, além disso se se esforçar muito pode ser que no final do mês consiga levar 300€ para casa para alimentar a família. Isto é tudo muito bonito só é penas este vencimento mal chegar para duas pessoas se alimentarem durante um mês (e viva a fominha, se tens fome rói um dedo).
Começo a chegar á conclusão que vivemos num laboratório de doenças mentais, ou melhor numa fabrica de doenças mentais.
Pessoas com capacidades a serem aniquiladas para que se dê preferência a quem não saber reconhecer a própria mão direita, mas que obviamente tem uma excelente qualidade, lixar o próximo e falar da vida alheia.
Por último existe a novidade de a banca se encontrar a ficar com urbanizações inteiras, obviamente porque foram construídas com financiamentos. Estes simplesmente não dão credito pra compra de habitação,
(cega rega)
logo ai o construtor não vende, se não vende, não paga, se não paga a banca fica com as propriedades. Isto é hilariante.
Por outro lado, a banca não dá credito habitação mas dá créditos pessoais, o que faz todo o sentido dado que os créditos pessoais são muito mais caros e a margem de lucro é muito superior, além disso, regra geral, não exige garantias (por isso não credito habitação), estes créditos visam basicamente levar as pessoas ao sobreendivamento, dado que como o período de resgate é mínimo as prestações são máximas. Isto sim é saber negociar, há que encher os tribunais de processos de contencioso. O governo bem que podia regulamentar isto, dado que andam "muito preocupados" com a estagnação económica que se vive por cá, isto simplesmente porque se as pessoas não ganham dinheiro não o podem gastar, além disso a banca pensa que ficando com tudo e sem dar nada vai resultar, deve ser por pensarem que o governo irá continuar a dar-lhes dinheiro pra se manterem em funcionamento, infelizmente no meio de tudo isto, tanto governo como banca, esquecem que quem dá dinheiro ao governo é o povo e o povo até já a tanga vendeu.
Aguardo o dia em que este laboratório ou fabrica de loucos estourar, algo que que está pra acontecer brevemente.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Por aqui a malta é super inteligente
Foi constatado que em Portugal a percentagem de analfabetismo era extremamente elevada, mais recentemente foi efectuado um estudo para tentar perceber o porque de os jovens não terminarem o ensino obrigatório, ou seja o 9º ano.
Após os estudos foi implementado o ensino obrigatório até ao 12º ano, foi lançado o programa novas oportunidades e foi facilitado o acesso ao ensino superior, tendo também, havido a inovação chamada processo Bolonha.
O que aqui ficou por apurar nestes estudos foi o que levou a todo este nível cultural e educacional baixo. O governo, para além da reestruturação do ensino, respondeu com facilitação de acesso á Internet, onde se conseguiu que 5% da população fosse aderente e inovou com a emissão televisiva que de gratuita ou de uma pequena percentagem incluída na factura da electricidade, se começasse a pagar um verdadeiro balurdio por uma montanha de canais sem interesse algum.
Acho tudo isto bastante engraçado dado o nível cultural baixo ou o analfabetismo da população. Como é que estas pessoas vão saber o que é a Internet? para que querem canais estrangeiros?
A questão aqui é que no estudo ficou esquecido a falta de possibilidade economica da população para custear os estudos, que por sinal são pseudo-gratuitos. Ups é verdade, por momentos esqueci-me da medida do governo no combate à precariedade económica, existem sempre os mais que muitos call-centers espalhados pelo pais e claro está que para esse tipo de trabalho extremamente dificil, os portugueses terão que ter um elevado graú académico, até porque soa muito melhor quando alguem nos liga ou até mesmo quqando nós ligamos para uma linha de apoio, ouvirmos que fala o sr(a) Dr. ou Mestre, assim já vem justificar a medida do governo não so na educação mas também no aumento de custo de vida, isto assim fica tudo entre drs.
Obviamente que as novas oportunidades são a melhor aposta para os que não querem e não gostam de estudar, mas é preciso lembrar que acima de tudo o que a população num geral precisa é poder fazer face às suas despesas diárias e ao sustento das suas famílias e isso é algo que mais uma vez ficou na pasta do esquecimento.
Mas Portugal mesmo assim é um pais com uma população super inteligente dado que tem conseguido sobreviver ao longo dos anos mesmo sem estudos e sem recursos económicos.
Após os estudos foi implementado o ensino obrigatório até ao 12º ano, foi lançado o programa novas oportunidades e foi facilitado o acesso ao ensino superior, tendo também, havido a inovação chamada processo Bolonha.
O que aqui ficou por apurar nestes estudos foi o que levou a todo este nível cultural e educacional baixo. O governo, para além da reestruturação do ensino, respondeu com facilitação de acesso á Internet, onde se conseguiu que 5% da população fosse aderente e inovou com a emissão televisiva que de gratuita ou de uma pequena percentagem incluída na factura da electricidade, se começasse a pagar um verdadeiro balurdio por uma montanha de canais sem interesse algum.
Acho tudo isto bastante engraçado dado o nível cultural baixo ou o analfabetismo da população. Como é que estas pessoas vão saber o que é a Internet? para que querem canais estrangeiros?
A questão aqui é que no estudo ficou esquecido a falta de possibilidade economica da população para custear os estudos, que por sinal são pseudo-gratuitos. Ups é verdade, por momentos esqueci-me da medida do governo no combate à precariedade económica, existem sempre os mais que muitos call-centers espalhados pelo pais e claro está que para esse tipo de trabalho extremamente dificil, os portugueses terão que ter um elevado graú académico, até porque soa muito melhor quando alguem nos liga ou até mesmo quqando nós ligamos para uma linha de apoio, ouvirmos que fala o sr(a) Dr. ou Mestre, assim já vem justificar a medida do governo não so na educação mas também no aumento de custo de vida, isto assim fica tudo entre drs.
Obviamente que as novas oportunidades são a melhor aposta para os que não querem e não gostam de estudar, mas é preciso lembrar que acima de tudo o que a população num geral precisa é poder fazer face às suas despesas diárias e ao sustento das suas famílias e isso é algo que mais uma vez ficou na pasta do esquecimento.
Mas Portugal mesmo assim é um pais com uma população super inteligente dado que tem conseguido sobreviver ao longo dos anos mesmo sem estudos e sem recursos económicos.
Economia Portuguesa com certeza
Há uns anos a esta parte comentei, num tom de expert, a situação económica deste nosso belo Portugal. Comentei que tudo se iria resumir a algo bastante simples. Referi que a diferença entre ricos e pobres iria aumentar de forma abismal, que apenas iriam permanecer duas camadas sociais, os extremamente ricos e os extremamente pobres e que a única solução seria deixar a riqueza estagnar, ou seja o pobre que já nada tinha não ira sentir a diferença já o rico que estava habituado a receber certinho todos os dias os seus ganhos vai sentir a falta desse ganho diário ao ponto que desta vez nem com os seus conhecidos métodos de coerção irão ter sucesso, simplesmente porque não ira haver de todo nada a colectar.
Faz 2 anos que tive este comentário, eu que nada percebo do assunto tive a certeza que o velho ditado que diz que tudo é demais faz mal, é um dos mais certos que conheço.
Pois é está à vista de quem quiser ver, os pobres lá se vão tentando orientar de forma a sobreviver, algo ao qual já estão mais que habituados e agora temos a novidade de os ricos se encontrarem a afogar nas suas riquezas, sim porque o mais desfavorecido economicamente também já não está muito disposto a aturar as vontades e caprichos de quem acha que tudo pode comprar e por isso mesmo cada vez mais há empregos estupidamente mal pagos à disposição por tempo indeterminado.
Desta vez alguém terá que abrir os cordoes à bolsa ou então será o descalabro total, e é preciso que seja lembrado que os pobres já não se vendem por pouco, é a inflação fazer o quê? se alguém quer algo feito por tuta e meia é bom que acima de tudo esteja disposto a fazelo por si mesmo porque um pobre também sabe fazer contas e se aquilo que lhe é proposto ganhar não der para pagar as despesas que tem no seu dia a dia, o pobre prefere ficar em casa e esperar por algo mais gratificante, sim porque ser pobre não é sinonimo de pessoa que trabalha só por gosto o pobre se trabalha é porque precisa.
Faz 2 anos que tive este comentário, eu que nada percebo do assunto tive a certeza que o velho ditado que diz que tudo é demais faz mal, é um dos mais certos que conheço.
Pois é está à vista de quem quiser ver, os pobres lá se vão tentando orientar de forma a sobreviver, algo ao qual já estão mais que habituados e agora temos a novidade de os ricos se encontrarem a afogar nas suas riquezas, sim porque o mais desfavorecido economicamente também já não está muito disposto a aturar as vontades e caprichos de quem acha que tudo pode comprar e por isso mesmo cada vez mais há empregos estupidamente mal pagos à disposição por tempo indeterminado.
Desta vez alguém terá que abrir os cordoes à bolsa ou então será o descalabro total, e é preciso que seja lembrado que os pobres já não se vendem por pouco, é a inflação fazer o quê? se alguém quer algo feito por tuta e meia é bom que acima de tudo esteja disposto a fazelo por si mesmo porque um pobre também sabe fazer contas e se aquilo que lhe é proposto ganhar não der para pagar as despesas que tem no seu dia a dia, o pobre prefere ficar em casa e esperar por algo mais gratificante, sim porque ser pobre não é sinonimo de pessoa que trabalha só por gosto o pobre se trabalha é porque precisa.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
ÚLTIMAS NOTICIAS
Parece que o governo Português decidiu de uma vez por todas acabar com as intermináveis filas nos hospitais e centros de saúde e fazer com que a população produza mais.
Dado o problema emergente e as grandes e vergonhosas polémicas no nosso sistema de saúde, o governo decidiu alterar o código de trabalho.
A partir de agora quem ficar mais de um mês de baixa medica ficara automaticamente com o seu contrato de trabalho rescindido pelo que, para além de por cada dois dias de baixa medica ser descontado um dia de férias, o trabalhador terá a oportunidade de perder a efectividade ou quaisquer regalias adquiridas após muitos anos de trabalho, se por um azar tiver que estar um mês seguido de baixa medica. Pelo que a volta ao seu local de trabalho, após a baixa medica, terá que ser feita através da assinatura de um novo contrato de trabalho, esta parte ainda não se encontra muito clara em termos de informação.
Mas finalmente, em Portugal, está realizado o sonho de qualquer entidade patronal, além disso finalmente o capitalismo poderá reinar, mas com outro nome que creio ser socialismo.
Está mais que instalada e reforçada a precariedade e tudo o que os nossos antepassados lutaram, foi finalmente deitado abaixo em nome de uma ruína maior.
Será que os nossos ex mos srs. governantes não entendem? Poderão tais cérebros compreender o óbvio?
Caros srs. experimentem usar a cabeça para algo que não seja cabelo nem chapéu.
Que tal verem que a economia está estagnada e que os detentores de grandes capitais, que cegos pela sua própria ganancia, se estão a "afogar" nas suas fortunas?
O país foi pago para não produzir e veja-se que não podemos facilmente viver á sobra da bananeira, até porque não há muitas bananeiras no nosso pais.
Será que os Portugueses não querem trabalhar? Ou será que os Portugueses são impedidos de trabalhar?
A vida está cada vez mais dispendiosa, o pais está desempregado e endividado, as famílias estão à fome e os jovens sem futuro.
Isto tudo faz-me lembrar o famoso e caricato Tio Patinhas, tal como ele creio que os governantes do nosso pais estão à espera de poder nadar numa piscina de dinheiro, mas cuidado para não se afogarem em tanta riqueza, até porque já faltou muito mais para isso.
Dado o problema emergente e as grandes e vergonhosas polémicas no nosso sistema de saúde, o governo decidiu alterar o código de trabalho.
A partir de agora quem ficar mais de um mês de baixa medica ficara automaticamente com o seu contrato de trabalho rescindido pelo que, para além de por cada dois dias de baixa medica ser descontado um dia de férias, o trabalhador terá a oportunidade de perder a efectividade ou quaisquer regalias adquiridas após muitos anos de trabalho, se por um azar tiver que estar um mês seguido de baixa medica. Pelo que a volta ao seu local de trabalho, após a baixa medica, terá que ser feita através da assinatura de um novo contrato de trabalho, esta parte ainda não se encontra muito clara em termos de informação.
Mas finalmente, em Portugal, está realizado o sonho de qualquer entidade patronal, além disso finalmente o capitalismo poderá reinar, mas com outro nome que creio ser socialismo.
Está mais que instalada e reforçada a precariedade e tudo o que os nossos antepassados lutaram, foi finalmente deitado abaixo em nome de uma ruína maior.
Será que os nossos ex mos srs. governantes não entendem? Poderão tais cérebros compreender o óbvio?
Caros srs. experimentem usar a cabeça para algo que não seja cabelo nem chapéu.
Que tal verem que a economia está estagnada e que os detentores de grandes capitais, que cegos pela sua própria ganancia, se estão a "afogar" nas suas fortunas?
O país foi pago para não produzir e veja-se que não podemos facilmente viver á sobra da bananeira, até porque não há muitas bananeiras no nosso pais.
Será que os Portugueses não querem trabalhar? Ou será que os Portugueses são impedidos de trabalhar?
A vida está cada vez mais dispendiosa, o pais está desempregado e endividado, as famílias estão à fome e os jovens sem futuro.
Isto tudo faz-me lembrar o famoso e caricato Tio Patinhas, tal como ele creio que os governantes do nosso pais estão à espera de poder nadar numa piscina de dinheiro, mas cuidado para não se afogarem em tanta riqueza, até porque já faltou muito mais para isso.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Doença - o novo "luxo" para poucos
Um dia alguém me disse que o governo era controlado pela industria farmacêutica.
Verdade ou não, o facto é que em termos de saúde, quem não tem uma forte base económica, não se safa.
Soube que a legislação laboral tinha mudado, mais uma vez, e como já seria de esperar, a mesma não mudou a favor do trabalhador.
Parece que a novidade é o facto de se um trabalhador precisar de uma baixa medica prolongada, tem duas hipóteses, se a baixa medica ocorrer pouco antes aos subsídios, de natal ou ferias, o trabalhador não recebe os subsídios, mas se a baixa medica ocorrer num período onde o trabalhador já recebeu os subsídios é lhe descontado nos dias de ferias, ou seja, o trabalhador se tiver 15 dias de baixa, perde 15 dias de ferias.
É engraçado, completamente hilariante, sim, porque numa situação destas só mesmo rir para não chorar.
Perda de subsídios á parte, parece que a nova legislação laboral conta os dias de doença como sendo dias de ferias.
Só nos resta mesmo ironizar.
As baixas são pagas com perda de remuneração dos três dias iniciais de uma baixa medica, só é pago uma percentagem tendo como base o vencimento e ainda por cima o trabalhador fica sujeito não só à perda dos subsídios como também dos dias de ferias.
O custo de vida aumentou, os vencimentos nem por isso, mas Portugal esta entre os primeiros do ranking, nas listas dos vencimentos mais baixos, da maior taxa de desemprego, da desistência escolar, etc.
Óbvio que as famílias portuguesas terão que dar muitas voltas à ideia e desta vez nem tem muito a ver com a garantia do pagamento da habitação ou o pagamento de um carro, tem a ver mesmo com o pagamento diário do pão que precisam comer, sim porque o pão, o leite e todos os bens essenciais, aumentaram, e muito, o preço.
Para finalizar só me resta dizer mesmo que o novo luxo em Portugal é estar doente, sim porque a doença tornou-se em algo que só poucos se podem dar ao luxo.
Parece estúpido não é?
De facto é bastante estúpido. Se não há saúde não se consegue trabalhar, mas também se pensarmos bem até nem há emprego, mas, e por outro lado, se se der um caso de doença, também não há base financeira para um tratamento.
Há uns anos atrás não existiam os tratamentos, agora como a coisa evoluiu, não há dinheiro para poder fazer os tratamentos.
E desengane-se, aquele que diz que, por exemplo, as pessoas não vão ao dentista porque não querem, ai estame dizer que primeiro não há quem goste de ter problemas digestivos, sim porque afecta e muito, isto para não falar na parte estética onde a auto-estima de uma pessoa fica arrasada.
Mas, para quem diz que uma pessoa não vai ao dentista porque não quer, lanço um desafio, experimente ir ao dentista e diga-lhe que se encontra desempregado, com desprezas obrigatórias e que acima de tudo não tem dinheiro para lhe pagar nem um café, quanto mais uma consulta que ronda os 50€.
Ou experimente em outras áreas da saúde, usufrua de todos os benefícios de isenção de taxas moderadoras, mas por acaso até se revelou uma pessoa a quem a saúde pregou uma partida e tem uma doença cronica, irá necessitar de exames de diagnostico que não têm acordo com o estado, ou seja não tem isenção de taxas moderadoras e só são possíveis efectuar a titulo particular, alem disso ira precisar de medicação para o resto da sua vida, tendo em tensão que a ausência dos exames e da medicação poderão originar na ausência de qualidade de vida, originar num futuro de dependência de terceiros, até para comer, lavar-se, vestir-se ou até mesmo movimentar-se. No final de tudo isto pergunto: Ainda tem a mesma opinião?
Lanço outro desafio, aos que dizem que não trabalha quem não quer: procure emprego, doente e por isso limitado ao tipo de trabalho, se encontrar esse emprego, faça as contas às suas despesas e veja a remuneração oferecida.
Verdade ou não, o facto é que em termos de saúde, quem não tem uma forte base económica, não se safa.
Soube que a legislação laboral tinha mudado, mais uma vez, e como já seria de esperar, a mesma não mudou a favor do trabalhador.
Parece que a novidade é o facto de se um trabalhador precisar de uma baixa medica prolongada, tem duas hipóteses, se a baixa medica ocorrer pouco antes aos subsídios, de natal ou ferias, o trabalhador não recebe os subsídios, mas se a baixa medica ocorrer num período onde o trabalhador já recebeu os subsídios é lhe descontado nos dias de ferias, ou seja, o trabalhador se tiver 15 dias de baixa, perde 15 dias de ferias.
É engraçado, completamente hilariante, sim, porque numa situação destas só mesmo rir para não chorar.
Perda de subsídios á parte, parece que a nova legislação laboral conta os dias de doença como sendo dias de ferias.
Só nos resta mesmo ironizar.
As baixas são pagas com perda de remuneração dos três dias iniciais de uma baixa medica, só é pago uma percentagem tendo como base o vencimento e ainda por cima o trabalhador fica sujeito não só à perda dos subsídios como também dos dias de ferias.
O custo de vida aumentou, os vencimentos nem por isso, mas Portugal esta entre os primeiros do ranking, nas listas dos vencimentos mais baixos, da maior taxa de desemprego, da desistência escolar, etc.
Óbvio que as famílias portuguesas terão que dar muitas voltas à ideia e desta vez nem tem muito a ver com a garantia do pagamento da habitação ou o pagamento de um carro, tem a ver mesmo com o pagamento diário do pão que precisam comer, sim porque o pão, o leite e todos os bens essenciais, aumentaram, e muito, o preço.
Para finalizar só me resta dizer mesmo que o novo luxo em Portugal é estar doente, sim porque a doença tornou-se em algo que só poucos se podem dar ao luxo.
Parece estúpido não é?
De facto é bastante estúpido. Se não há saúde não se consegue trabalhar, mas também se pensarmos bem até nem há emprego, mas, e por outro lado, se se der um caso de doença, também não há base financeira para um tratamento.
Há uns anos atrás não existiam os tratamentos, agora como a coisa evoluiu, não há dinheiro para poder fazer os tratamentos.
E desengane-se, aquele que diz que, por exemplo, as pessoas não vão ao dentista porque não querem, ai estame dizer que primeiro não há quem goste de ter problemas digestivos, sim porque afecta e muito, isto para não falar na parte estética onde a auto-estima de uma pessoa fica arrasada.
Mas, para quem diz que uma pessoa não vai ao dentista porque não quer, lanço um desafio, experimente ir ao dentista e diga-lhe que se encontra desempregado, com desprezas obrigatórias e que acima de tudo não tem dinheiro para lhe pagar nem um café, quanto mais uma consulta que ronda os 50€.
Ou experimente em outras áreas da saúde, usufrua de todos os benefícios de isenção de taxas moderadoras, mas por acaso até se revelou uma pessoa a quem a saúde pregou uma partida e tem uma doença cronica, irá necessitar de exames de diagnostico que não têm acordo com o estado, ou seja não tem isenção de taxas moderadoras e só são possíveis efectuar a titulo particular, alem disso ira precisar de medicação para o resto da sua vida, tendo em tensão que a ausência dos exames e da medicação poderão originar na ausência de qualidade de vida, originar num futuro de dependência de terceiros, até para comer, lavar-se, vestir-se ou até mesmo movimentar-se. No final de tudo isto pergunto: Ainda tem a mesma opinião?
Lanço outro desafio, aos que dizem que não trabalha quem não quer: procure emprego, doente e por isso limitado ao tipo de trabalho, se encontrar esse emprego, faça as contas às suas despesas e veja a remuneração oferecida.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Saúde em Portugal
Assistencia médica em Portugal, até que ponto existe?
Tem vindo a ser crescente os casos noticiados sobre negligencia medica.
De há uns anos para cá houve um boom de seguros de saúde, estes são propagandeados por seguradoras, por instiuitções bancarias e, por último, por grandes superficies comerciais.
O governo decidiu privatizar os serviços de saúde, novos hospitais e clinicas (os privados) foram construidos, com o fim de dar resposta à procura por serviços de saúde de qualidade, serviços onde o doente irá encontrar uma atensão e resposta às suas queixas.
Com tudo isto a "mina" dos capitalistas encontrou "um novo filão de ouro".
Para que um utente de classe media possa usufruir de serviços de saude de qualidade terá que contratar um seguro de saude. Pois bem, esses seguros de saúde são sempre de valores avultados, valores que não dão para qualquer bolsaa, pelo que normalmente são contratados seguros de saude onde se paga e os benificios são praticamente inexistentes, ou simplesmente não estão de acordo com o que o utente irá precisar. Claro e lógico que se o utente puder desembolsar uma quantia astronómica mensal para o referido seguro, esse irá compensar, podendo dessa forma contratar um seguro que tem um nome muito engraçado assim do tipo: "Modalidade vip" ou então "Modalidade de Luxo". Agora só me resta referir que dada a evolução do capitalismo e da vaidade a próxima modadlidade irá certamente chamar-se "Modalidade gourmet".
Tudo isto serve apenas para ajudar a que se faça uma reflexão, ou seja, parece-me ter ouvido dizer algures que os serviços de saude são gratuitos, isto porque se desconta obrigatótiamente para a segurança social. Realmente qualquer pessoa poderá sempre usufruir dos serviços que ainda permanecem publicos, mas a probabilidade de haver uma resposta ás queixas do utente não é garantida. Se bem bem que, dependendo dos gostos, os serviços publicos sao optimos, ou seja desde a falta de higiene nas instalações de saude, a falta de pessoal interessado em ouvir e tratar o utente, a falta de material medico para que os profissionais possam trabalhar, pode-se dizer que os serviços publicos tem de tudo, até bacterias que se propagam facilmente dado o ambiente fertil para a sua reprodução, a negligencia medica e no para rematar ainda temos a conta nada amigavel que os serviços enviam para casa do utente.
Mas será que compensa pagar? Será que realmente compensa recorrer aos serviços de saude privados?
Sim, compensa, mas só em determinada medida, as condições sao muito superiores aos serviços publicos, que se encontram extremamente degradados e a probabilidade de encontrar profissionais atentos ao utente é largamente maior.
Por fim, volto a perguntar: Serão os serviços de saude gratuitos em Portugal?
É que nao nos podemos esquecer que todas as consultas são pagas nos serviços publicos, a um preço muito mais acessivel que um serviço privado, mas a realidadde é que o serviço prestado não presta. São consultas quee até os pensionistas pagam, isto num pais onde a maioria das pensões não chega para os pensionistas comerem, ou então terão que optar pelas medicações a que estão acostumados e que terão que os acompanhar o resto das suas vidas.
Para terminar, volto a perguntar, Serão os serviços de saude, gratuitos em Portugal?
Tem vindo a ser crescente os casos noticiados sobre negligencia medica.
De há uns anos para cá houve um boom de seguros de saúde, estes são propagandeados por seguradoras, por instiuitções bancarias e, por último, por grandes superficies comerciais.
O governo decidiu privatizar os serviços de saúde, novos hospitais e clinicas (os privados) foram construidos, com o fim de dar resposta à procura por serviços de saúde de qualidade, serviços onde o doente irá encontrar uma atensão e resposta às suas queixas.
Com tudo isto a "mina" dos capitalistas encontrou "um novo filão de ouro".
Para que um utente de classe media possa usufruir de serviços de saude de qualidade terá que contratar um seguro de saude. Pois bem, esses seguros de saúde são sempre de valores avultados, valores que não dão para qualquer bolsaa, pelo que normalmente são contratados seguros de saude onde se paga e os benificios são praticamente inexistentes, ou simplesmente não estão de acordo com o que o utente irá precisar. Claro e lógico que se o utente puder desembolsar uma quantia astronómica mensal para o referido seguro, esse irá compensar, podendo dessa forma contratar um seguro que tem um nome muito engraçado assim do tipo: "Modalidade vip" ou então "Modalidade de Luxo". Agora só me resta referir que dada a evolução do capitalismo e da vaidade a próxima modadlidade irá certamente chamar-se "Modalidade gourmet".
Tudo isto serve apenas para ajudar a que se faça uma reflexão, ou seja, parece-me ter ouvido dizer algures que os serviços de saude são gratuitos, isto porque se desconta obrigatótiamente para a segurança social. Realmente qualquer pessoa poderá sempre usufruir dos serviços que ainda permanecem publicos, mas a probabilidade de haver uma resposta ás queixas do utente não é garantida. Se bem bem que, dependendo dos gostos, os serviços publicos sao optimos, ou seja desde a falta de higiene nas instalações de saude, a falta de pessoal interessado em ouvir e tratar o utente, a falta de material medico para que os profissionais possam trabalhar, pode-se dizer que os serviços publicos tem de tudo, até bacterias que se propagam facilmente dado o ambiente fertil para a sua reprodução, a negligencia medica e no para rematar ainda temos a conta nada amigavel que os serviços enviam para casa do utente.
Mas será que compensa pagar? Será que realmente compensa recorrer aos serviços de saude privados?
Sim, compensa, mas só em determinada medida, as condições sao muito superiores aos serviços publicos, que se encontram extremamente degradados e a probabilidade de encontrar profissionais atentos ao utente é largamente maior.
Por fim, volto a perguntar: Serão os serviços de saude gratuitos em Portugal?
É que nao nos podemos esquecer que todas as consultas são pagas nos serviços publicos, a um preço muito mais acessivel que um serviço privado, mas a realidadde é que o serviço prestado não presta. São consultas quee até os pensionistas pagam, isto num pais onde a maioria das pensões não chega para os pensionistas comerem, ou então terão que optar pelas medicações a que estão acostumados e que terão que os acompanhar o resto das suas vidas.
Para terminar, volto a perguntar, Serão os serviços de saude, gratuitos em Portugal?
sábado, 28 de março de 2009
Dinheiro e Cartões de Crédito
Quem não os quer?
A crise é geral,não há empregos mas as responsabilidades e as contas permanecem.
As instituições de credito oferecem dinheiro a desempregados com falsas facilidades. Os bancos oferecem creditos, credito promocional dizem eles.
Isto é tudo facilidades,toda a gente oferece dinheiro,e esquecem de informar sobre os montantes adicionais a pagar por esse emprestimo.
E depois temos o dinheiro de plastico tambem, facil de transportar, facil de usar, sempre pronto para pagar qualquer coisa, o problema é quando é a hora de pagar, não se perdoa nas txas de juros e rebem de imediato todo o valor gasto.
Mas o erro é todo das pessoas que usam isto. Claro que o sistema é feito por forma as pessoas usarem o credito, a precisarem de dinheiro, é feito para levar as pessoas a perderem o control das suas contas reais e no final a culpa e sempre da pessoa que usou o credito.
Por isso, vidas foram destruidas e os capitalistas ficaram de bolsos cheios, pessoas sem alma tem a sua felicidade com a desgraça de outros.
Por isso eu digo, dinheiro doce dinheiro és terrivel.
A crise é geral,não há empregos mas as responsabilidades e as contas permanecem.
As instituições de credito oferecem dinheiro a desempregados com falsas facilidades. Os bancos oferecem creditos, credito promocional dizem eles.
Isto é tudo facilidades,toda a gente oferece dinheiro,e esquecem de informar sobre os montantes adicionais a pagar por esse emprestimo.
E depois temos o dinheiro de plastico tambem, facil de transportar, facil de usar, sempre pronto para pagar qualquer coisa, o problema é quando é a hora de pagar, não se perdoa nas txas de juros e rebem de imediato todo o valor gasto.
Mas o erro é todo das pessoas que usam isto. Claro que o sistema é feito por forma as pessoas usarem o credito, a precisarem de dinheiro, é feito para levar as pessoas a perderem o control das suas contas reais e no final a culpa e sempre da pessoa que usou o credito.
Por isso, vidas foram destruidas e os capitalistas ficaram de bolsos cheios, pessoas sem alma tem a sua felicidade com a desgraça de outros.
Por isso eu digo, dinheiro doce dinheiro és terrivel.
terça-feira, 10 de março de 2009
Por Falar em Macacos de Imitação
Numa Republica das bananas só mesmo estes animais inteligentes para explicar uma sociedade á beira mar, ou seja, Portugal.
Entre imitações, ao custo da bela banana, é preciso verificar os custos, uma vez que para imitações mais perfeitas, ou seja, portugueses desesperados em imitar todos os restantes paises, temos que primeiro saber a que preço anda a produção de bananas.
Mas nada como ter sempre um bom stock desta linda fruta para qualquer eventualidade.
Entre imitações, ao custo da bela banana, é preciso verificar os custos, uma vez que para imitações mais perfeitas, ou seja, portugueses desesperados em imitar todos os restantes paises, temos que primeiro saber a que preço anda a produção de bananas.
Mas nada como ter sempre um bom stock desta linda fruta para qualquer eventualidade.
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Serviços Sociais para Todos ?
Dada a crise financeira que se vive actualmente em Portugal, foram criados serviços sociais à medida.
O beneficiário tem á sua disposição vários apoios de incentivo, assim como alguns que passo a designar:
1) Subsidio de desemprego,
2)Subsidio social de desemprego
3)Rendimento mínimo
1) Para o Subsidio de desemprego, é necessário o beneficiário ter no mínimo 2 anos de trabalho efectivo, sem interrupções, para mesma entidade patronal.
(Dada a raridade de clausula 1), aplica-se a clausula 2)).
2) Aplicável aos beneficiários com menos de dois anos de trabalho efectivo para a mesma entidades patronal, possuidor de interrupções.
(É aplicável ao beneficiário a obrigatoriedade de apresentações quinzenais nas autoridades designadas pelos serviços a fim de confirmar a sua identidade, com o fundamento de coagir o beneficiário a desistir do referido apoio e concienciza-lo de os apoios na realidade tratam-se de uma pena aplicada a um criminoso (o desempregado)).
3) Aplicável apenas para pessoas que se façam acompanha de prova de carência económica.
( Só é aplicável em casos de não-beneficiários, minorias étnicas, mãe de pais não-incógnitos (a inexistência de pai não é aplicável em Portugal)e não-declarados).
RESUMO DE ILAÇÕES
Dado o facto real da precariedade de emprego, ou seja, dado o facto de o trabalho temporário ser a forma de rendimento mais existente no país, o apoio social é o mais solicitado.
É de observar que os requerentes se fazem acompanhar de toda a documentação comprovativa da sua situação de carência económica tais como, comprovativos das despesas regulares existentes no domicilio, comprovativo de rendimentos e notas de divida.
Dada realidade de acréscimo de procura deste apoio social, os referidos serviços foram divididos em secções:
a) Secção dos requerentes com processos automaticamente deferido.
(trata-se de utentes não-beneficiários, sem comprovativos de carência económica, jovens adultos violentos, saudáveis e não predispostos para emprego, pertencentes a uma minoria étnica. Ou jovens saudáveis, adultas, do sexo feminino, solteira, mãe de um ou mais menores, cidadã africana ou brasileira, que não tenha declarado o nome do progenitor do (s) menor (s) e alegue viver só na companhia dos menor(s) a cargo.
(b) Secção de requerentes com processos passiveis de apreciação mas sem garantia de diferimento.
(beneficiários com família declarada, possuidores de comprovativos de carência económica e que lhes seja atribuído uma assistente social possuidora de sentido de solidariedade.
(c) Secção de requerentes com processos indeferidos.
(beneficiários jovens, com doença cronica medicamente declarada, com incapacidade para trabalho, que demonstre forte motivação para o emprego, possuidor de comprovativos de carência económica grave, possuidores de comprovativos de despesas, possuidores de notas de divida, com forte motivação para a formação académica.
O beneficiário tem á sua disposição vários apoios de incentivo, assim como alguns que passo a designar:
1) Subsidio de desemprego,
2)Subsidio social de desemprego
3)Rendimento mínimo
1) Para o Subsidio de desemprego, é necessário o beneficiário ter no mínimo 2 anos de trabalho efectivo, sem interrupções, para mesma entidade patronal.
(Dada a raridade de clausula 1), aplica-se a clausula 2)).
2) Aplicável aos beneficiários com menos de dois anos de trabalho efectivo para a mesma entidades patronal, possuidor de interrupções.
(É aplicável ao beneficiário a obrigatoriedade de apresentações quinzenais nas autoridades designadas pelos serviços a fim de confirmar a sua identidade, com o fundamento de coagir o beneficiário a desistir do referido apoio e concienciza-lo de os apoios na realidade tratam-se de uma pena aplicada a um criminoso (o desempregado)).
3) Aplicável apenas para pessoas que se façam acompanha de prova de carência económica.
( Só é aplicável em casos de não-beneficiários, minorias étnicas, mãe de pais não-incógnitos (a inexistência de pai não é aplicável em Portugal)e não-declarados).
RESUMO DE ILAÇÕES
Dado o facto real da precariedade de emprego, ou seja, dado o facto de o trabalho temporário ser a forma de rendimento mais existente no país, o apoio social é o mais solicitado.
É de observar que os requerentes se fazem acompanhar de toda a documentação comprovativa da sua situação de carência económica tais como, comprovativos das despesas regulares existentes no domicilio, comprovativo de rendimentos e notas de divida.
Dada realidade de acréscimo de procura deste apoio social, os referidos serviços foram divididos em secções:
a) Secção dos requerentes com processos automaticamente deferido.
(trata-se de utentes não-beneficiários, sem comprovativos de carência económica, jovens adultos violentos, saudáveis e não predispostos para emprego, pertencentes a uma minoria étnica. Ou jovens saudáveis, adultas, do sexo feminino, solteira, mãe de um ou mais menores, cidadã africana ou brasileira, que não tenha declarado o nome do progenitor do (s) menor (s) e alegue viver só na companhia dos menor(s) a cargo.
(b) Secção de requerentes com processos passiveis de apreciação mas sem garantia de diferimento.
(beneficiários com família declarada, possuidores de comprovativos de carência económica e que lhes seja atribuído uma assistente social possuidora de sentido de solidariedade.
(c) Secção de requerentes com processos indeferidos.
(beneficiários jovens, com doença cronica medicamente declarada, com incapacidade para trabalho, que demonstre forte motivação para o emprego, possuidor de comprovativos de carência económica grave, possuidores de comprovativos de despesas, possuidores de notas de divida, com forte motivação para a formação académica.
Será mesmo politica?
Há quantos anos começou? O decréscimo do emprego.
As multinacionais recebem incentivos para permanecerem por cá, mas mesmo assim, mais espertos, vão embora, o trabalho não diminuiu, os funcionários não são pagos, os despedimentos são em massa, famílias inteiras ficam á fome.
O governo diz que nada pode fazer, as grandes empresas mudam de poiso e as pequenas fecham, o país está desempregado.
São famílias inteiras sem rendimento, as entidades credoras crescem, as pessoas não tem dinheiro e os bancos pedem empréstimos ao estado.
É PÁ ESPERA LÁ
Os bancos são intuições privadas não são?
Pedem dinheiro ao estado e ele empresta?
ESPERA LÁ, mas o estado não é economicamente suportado pelo povo?
E o povo, deste estado, não anda perdido das ideias por se encontrar sem fontes de rendimento, ou seja, este povo não está de tanga?
Ou eu estou enganado ou o povo anda a ser enganado.
Ou será que o povo também pode pedir um empréstimo ao estado?
Qual é a definição de democracia?
Mas o estado queixa-se do buraco orçamental, diz que o povo tem que apertar o cinto e que não há dinheiro.
Mas tem dinheiro para emprestar aos bancos.
Há ok. Normal, quem não paga a quem deve tem sempre bastante dinheiro para emprestar a quem não precisa.
Mas e o povo?
Pois tem razão. O povo está habituado a apertar o cinto até porque já estão habituado, também, a ouvir falar no buraco orçamental, aquele buraco, o que parece um poço sem fundo.
As multinacionais recebem incentivos para permanecerem por cá, mas mesmo assim, mais espertos, vão embora, o trabalho não diminuiu, os funcionários não são pagos, os despedimentos são em massa, famílias inteiras ficam á fome.
O governo diz que nada pode fazer, as grandes empresas mudam de poiso e as pequenas fecham, o país está desempregado.
São famílias inteiras sem rendimento, as entidades credoras crescem, as pessoas não tem dinheiro e os bancos pedem empréstimos ao estado.
É PÁ ESPERA LÁ
Os bancos são intuições privadas não são?
Pedem dinheiro ao estado e ele empresta?
ESPERA LÁ, mas o estado não é economicamente suportado pelo povo?
E o povo, deste estado, não anda perdido das ideias por se encontrar sem fontes de rendimento, ou seja, este povo não está de tanga?
Ou eu estou enganado ou o povo anda a ser enganado.
Ou será que o povo também pode pedir um empréstimo ao estado?
Qual é a definição de democracia?
Mas o estado queixa-se do buraco orçamental, diz que o povo tem que apertar o cinto e que não há dinheiro.
Mas tem dinheiro para emprestar aos bancos.
Há ok. Normal, quem não paga a quem deve tem sempre bastante dinheiro para emprestar a quem não precisa.
Mas e o povo?
Pois tem razão. O povo está habituado a apertar o cinto até porque já estão habituado, também, a ouvir falar no buraco orçamental, aquele buraco, o que parece um poço sem fundo.
Portugal para todos
Antes de mais, bem vindos à democracia.
Deixem-me apresentar-vos este nosso belo país à beira mar:
Portugal é o seu nome, é um país de navegantes, aventureiros e conquistadores. Portugal tem uma das mais belas histórias que existe, recheadas de aventuras e conquistas.
Portugal é um país acolhedor, o que faz dele um país indicado para o turismo, com belas praias e recheado de comercio.
Possui uma politica aberta conservadora, ou seja possui uma politica aberta de fachada e vive o conservadorismo. É também um país de vaidades e vaidosos, tudo o que é estrangeiro é bom, pelo que deixou de produzir e importa o que necessita, como por exemplo: médicos, operadores de lojas, técnicos dos mais variados serviços, assistentes para praticamente todo o tipo de serviços, vendedores, bancários, assistentes sociais, crime organizado, etc,etc, Já só falta mesmo começar a importar ministros e presidência.
É um país onde há espaço e emprego para todos, excepto para os portugueses.
É também um pais que se tem esforçado bastante para se destacar na Europa, infelizmente pelas piores razões.
Agora, Portugal está apresentado.
Deixem-me apresentar-vos este nosso belo país à beira mar:
Portugal é o seu nome, é um país de navegantes, aventureiros e conquistadores. Portugal tem uma das mais belas histórias que existe, recheadas de aventuras e conquistas.
Portugal é um país acolhedor, o que faz dele um país indicado para o turismo, com belas praias e recheado de comercio.
Possui uma politica aberta conservadora, ou seja possui uma politica aberta de fachada e vive o conservadorismo. É também um país de vaidades e vaidosos, tudo o que é estrangeiro é bom, pelo que deixou de produzir e importa o que necessita, como por exemplo: médicos, operadores de lojas, técnicos dos mais variados serviços, assistentes para praticamente todo o tipo de serviços, vendedores, bancários, assistentes sociais, crime organizado, etc,etc, Já só falta mesmo começar a importar ministros e presidência.
É um país onde há espaço e emprego para todos, excepto para os portugueses.
É também um pais que se tem esforçado bastante para se destacar na Europa, infelizmente pelas piores razões.
Agora, Portugal está apresentado.
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