domingo, 4 de outubro de 2009

Economia Portuguesa com certeza

Há uns anos a esta parte comentei, num tom de expert, a situação económica deste nosso belo Portugal. Comentei que tudo se iria resumir a algo bastante simples. Referi que a diferença entre ricos e pobres iria aumentar de forma abismal, que apenas iriam permanecer duas camadas sociais, os extremamente ricos e os extremamente pobres e que a única solução seria deixar a riqueza estagnar, ou seja o pobre que já nada tinha não ira sentir a diferença já o rico que estava habituado a receber certinho todos os dias os seus ganhos vai sentir a falta desse ganho diário ao ponto que desta vez nem com os seus conhecidos métodos de coerção irão ter sucesso, simplesmente porque não ira haver de todo nada a colectar.

Faz 2 anos que tive este comentário, eu que nada percebo do assunto tive a certeza que o velho ditado que diz que tudo é demais faz mal, é um dos mais certos que conheço.

Pois é está à vista de quem quiser ver, os pobres lá se vão tentando orientar de forma a sobreviver, algo ao qual já estão mais que habituados e agora temos a novidade de os ricos se encontrarem a afogar nas suas riquezas, sim porque o mais desfavorecido economicamente também já não está muito disposto a aturar as vontades e caprichos de quem acha que tudo pode comprar e por isso mesmo cada vez mais há empregos estupidamente mal pagos à disposição por tempo indeterminado.
Desta vez alguém terá que abrir os cordoes à bolsa ou então será o descalabro total, e é preciso que seja lembrado que os pobres já não se vendem por pouco, é a inflação fazer o quê? se alguém quer algo feito por tuta e meia é bom que acima de tudo esteja disposto a fazelo por si mesmo porque um pobre também sabe fazer contas e se aquilo que lhe é proposto ganhar não der para pagar as despesas que tem no seu dia a dia, o pobre prefere ficar em casa e esperar por algo mais gratificante, sim porque ser pobre não é sinonimo de pessoa que trabalha só por gosto o pobre se trabalha é porque precisa.

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